Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 11/06/2019

O número de meninas grávidas vem aumentando de forma preocupante no Brasil. muitas por falta de conhecimento com os contraceptivos, de orientação dos pais e uso de preservativos.

A verdade é que antes mesmo da chegada do ensino médio 50% dos adolescentes já estão com sua vida sexualmente ativas, mesmo sem o conhecimento da prevenção, portanto suponhamos que para esses jovens o recomendável é orientar os mais atualizados meios de contraceptivos e o uso de preservativo que é o mais simples. É fato que, protegido ou não, os jovens darão início a sua vida sexual uma soma de inexperiência e aventura que tem grandes chances de ter resultados inesperados. Segundo o Ministério da Saúde (MS) 66% das meninas que engravidam não desejavam isso no momento o que aumenta o número de abortos acompanhamentos pré-natal mal feitos ou tardios e consequentes riscos para o bebê e para a mãe. O efeito psicológico nas meninas que se tornam mães são profundos e podem ser permanentes, pois alguns projetos de estudo ou trabalho se tornam inviáveis com a chegada de um filho, que requer carinho, tempo e atenção. As meninas recebem mais orientação de como se prevenir de (DSTS) doenças sexualmente transmissíveis nas escolas e áreas de saúde do a prevenção da gravidez indesejada na adolescência.

No Brasil a taxa de meninas gravidas entre 15 a 19 anos é de 68,4, a cada 1 mil de adolescentes. Certamente que com gravidez na adolescência tudo se torna mais difícil no século em que vivemos hoje em dia, a maioria das jovens deixam de ter uma vida planejada, arrumar um emprego se torna quase impossível por que a maioria das empresas não querem moças que tenham filhos, acaba que dificulta mais a vida dessas jovens, no geral conversar com os pais ou pessoas adultas sobre sexo é vergonhoso para os adolescentes, para os pais muitos acabam deixando esse tipo de assunto nas mãos dos professores e especialista na área da saúde.