Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 19/06/2019

Na época do Brasil Colônia, as mulheres passaram a ser escravas das famílias, assim, como também, geradoras de filhos fora do casamento dos grandes senhores. Com isso, as mulheres negras, principalmente, tinham o papel de gerar filhos sem sua própria vontade. Nesse contexto, atualmente, é bem comum que as mulheres de grande maioria adolescente ente 13 e 17 anos tenham gravidez indesejável. Assim, é preciso analisar como a não procura aos métodos contraceptivos e a negligência da educação sexual contribuem para a persistência desse problema.

Inicialmente, o primeiro fator que aparece como impulsionador é a não procura aos métodos contraceptivos. Entende-se, com isso, que hoje em dia os jovens e adolescentes se relacionam e não utilizam técnicas de proteção durante ou depois do sexo. Isso, é muito comum, pois esse público tem em mente que está tudo sob controle e acham bobagem usar camisinha durante o ato, deixando para lá a hipótese de um filho indesejável. Isto é, Segundo o Site Brasil Escola, é grande a parcela da população jovem que ignora a existência de métodos contraceptivos ou, simplesmente, conhece-os, mas não o adota. Sendo assim, é necessário que subterfúgios sejam encontrados para que esse cenário de iniquidade não perdure.

Junto a isso, é valido ressaltar que a negligência da educação sexual auxilia na disseminação desse entrave no país. Nesse viés, vê-se que, falar de sexo nas escolas ainda é cheio de conservadorismo e tabus, porque a grande maioria dos pais não considera certo falar sobre sexualidade tanto nas escolas como dentro de casa. Posto isso, acontece em razão do medo que seus genitores tem de saber a vida sexual do seu filho, sendo que, é de suma importância a orientação para tardar a gravidez desagradável. Pode-se verificar um exemplo disso no Site Estadão, argumentando que, educação é o melhor contraceptivo: Brasil tem piores índices de educação sexual na América Latina. Desse modo, medidas são necessárias para atenuar esse empecilho.

Portanto é imperativo que o Ministério da Educação, que tem como função social regrar e organizar a sociedade por intermédio da educação, assim como, o Ministério da Saúde que tem como função cuidar do bem estar da saúde das pessoas por intermédio de médicos, promova, em todas as escolas brasileiras, debates sobre a gravidez na adolescência, com a participação de profissionais da área como: agentes de saúde e professores, por meio de palestras, uma vez que esses projetos auxiliam na mudança comportamental do indivíduo, a fim de amenizar essa problemática no Brasil .