Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 19/06/2019
Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a saúde, educação e bem-estar. Conquanto, os altos índices de gravidez na adolescência provam, evidentemente, a inconsistência da educação, e consequentemente, a precariedade na saúde pública. Nesse contexto, é irrefutável que a gestação prematura pode causar prejuízos a saúde da menina e do bebê.
A educação é o fator principal para o desenvolvimento de um país. Hodiernamente. ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nos altos índices de prenhez antes dos dezoito anos.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o Brasil lidera o ranking latino de meninas que engravidaram antes dos dezenove anos. Consoante a isso, a gravidez antecipada pode ter um efeito profundo na saúde da mãe e do filho, além de criar barreiras que dificultam o desenvolvimento psicossocial da criança e a atuação social da progenitora.
Mediante o elencado, torna-se evidente que a gravidez precoce será combatida com a educação. Portanto, cabe ao MEC, administrar palestras com especialistas em sexualidade na juventude em escolas de nível médio, uma vez que o tema ainda é tabu social. Além disso, cabe ao Ministério da Saúde, realizar campanhas, em esfera social, principalmente nas periferias das cidades e salientar a importância do uso de contraceptivos e relevantemente, a prevenção de ISTs.