Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 07/07/2019
Consoante o filósofo grego Epiteto " Só a educação liberta “. Essa visão, embora correta, não é efetivada no hodierno cenário brasileiro, sobretudo no campo da saúde, visto que a falta de informação e o estigma do diálogo sobre sexualidade na adolescência são fatores que contribuem para o surgimento e agravamento da gravidez precoce no país. Tal problemática ocorre devido, entre outro fatores, à ausência de informação e a falta de diálogo.
Nesse sentido, à ausência de informação corrobora a existência do problema. Dessa maneira, percebe-se que, a gravidez na adolescência ocorre, segundo pesquisas realizadas pelo o portal G1, nas camadas mais pobres da população. Diante desse fato, percebe-se que, a informação é de suma importância, não só pelo simples papel de informar, mas também pelo papel de mudar a situação de uma comunidade.
Nesse mesmo viés, soma-se a falta de diálogo dos pais com seus respectivos filhos. Essa questão, ocorre devido ao estigma imposto pela sociedade, que impõe um discurso contraditório, que visa o silêncio do diálogo. De forma análoga a esse pensamento, cabe salientar que, segundo a agência da ONU, o estigma sobre sexualidade atrasa o combate de gravidez precoce no país, visto que muitos jovens brasileiros tem receio de falar com os pais quando o assunto tratado é sobre sexualidade. Dessa maneira, entende-se essa questão como uma problemática cuja resolução deve ser imediata.
Portanto, medidas devem ser tomadas, por meio de investimentos, com um planejamento adequado, com órgãos responsáveis, para tal ação. As secretárias municipais de saúde, como órgão responsável de informar a população, juntamente com o governo federal, deve criar um plano de ação que propões-se a informar a população, por meio de propagandas midiáticas e, para localidades mais restritas, fazer palestras nas escolas juntamente com a família. Espera-se com isso, por meio da educação, acabar com essa mazela que é tão persistente no país.