Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 26/06/2019

Na contemporaneidade, a maternidade na adolescência é um dos principais problemas que o Brasil foi convidado a analisar, enfrentar e combater. Nesse sentido, a causa primordial da problemática deve-se a falta de orientação aos jovens por parte da família e escola acerca da prevenção da gravidez precoce, devido às consequências negativas aos envolvidos, indivíduo e parentela.

Em princípio, a OMS - Organização Mundial da Saúde - caracteriza gravidez prévia jovens de 15 a 19 anos. Sob esse viés, o principal vetor é a falta de instruções do meio educacional e parentesco para com esse indivíduo em relação da realidade da maternidade, em contraste com a idealização romantizada da massa social. Como afirmou o escritor Coelho Neto, ‘‘É na educação dos filhos que e revelam as virtudes dos pais’’. Assim, o desenvolvimento do ser é resultado da construção familiar. Logo depois, os impactos negativos deixam o país em alerta. Nesse cenário, a ONU - Organização das Nações Unidas - divulgou que na América, a mortalidade de parturientes é uma das principais causas da morte de adolescentes de 15 a 24 anos. Comprova-se, portanto, que trata-se de um advento que representa um grande risco de vida para mãe e bebê devido à prematuridade do corpo em gerar outra vida.

Face ao exposto, família e Estado são pivores para combater o impasse. A parentela deve dar atenção especial as crianças e jovens, orientá-los em relação aos malefícios de uma gestação precoce. A escola, por sua vez, pode promover palestrar ministradas por mulheres que foram mães adolescentes, que essas relatem as dificuldades enfrentadas, no intuito da conscientização dos estudantes. Por fim, o Estado deve disponibilizar gratuitamente outros métodos contraceptivos, como pílulas, com objetivo de atenuar o óbice da gravidez na adolescência.