Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 27/06/2019

No Brasil, se tornou um problema de saúde pública onde cerca de 55% das jovens e adolescentes engravidam quando ainda estão na escola e isso é um importante problema de saúde pública  por não procurarem tomar os devidos cuidados antes e depois de ter relações sexuais. Uma das principais causas de mortalidade materna é entre essas jovens por volta de 15 a 19 anos.

Desde 1970 o número de gravidezes vem aumentando e a idade dessas jovens diminuindo, ainda assim, relativamente 20% dessas gestações não são planejadas e elas acabam trazendo complicações psicológicas, familiares e econômicas, atingindo não somente ela mas a sociedade como um todo, adiando as possibilidades dessas jovens terem um ensino correto e um emprego.

Nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, locais em que o aumento de câncer do colo de útero é significativo. Essas meninas não procuram a orientação certa não por falta de dinheiro ou apoio, mas sim por timidez, sem pensar nas consequências que pode haver como contrair Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) como Sífilis, HPV, AIDS, Gonorreia, elas acabam tirando suas dúvidas com amigas ou na internet. A falta de comunicação em casa as afeta diretamente pois não sabem os riscos que pode ter se não se cuidar como elevação da pressão arterial, parto prematuro, malformação do feto, pré-eclâmpsia e mortalidade neonatal.

Contudo, a família, principalmente os pais devem discutir e orientar os seus filhos(as) com relação a dúvidas, tabus e preconceitos tão frequentes nessa idade. O Ministério da Saúde deve investir em um planejamento diferente de palestras onde a relação dos pais e filhos sejam mais abertas , fazendo com a confiança seja melhor e fazer publicações nas redes sociais para  alertar esses adolescentes das consequências que a relação sexual desprotegida causa e espalhar seus projetos de conscientização a população mais carente das grandes e pequenas cidades do país.