Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 08/07/2019

No período da idade média, as pessoas na tentativa de diminuir o número de nascimentos, usavam tripa de carneiro como método contraceptivo. Apesar dos preventivos terem evoluído eficazmente, a alta taxa de gravidez em fase adolescente ainda é um problema presente na sociedade brasileira.

Os fatores que influenciam a ocorrência dessa situação são em grande parte a falta de informações e os meios necessários para evitar a gravidez indesejada, como acesso a preservativos, anteconcepsionais, diálogos com a família (que geralmente não toca no assunto por ainda ser um tabu), e também parte da parcela vem da escola, que lhes ensinam os riscos das DSTS (doênças sexualmente transmissíveis) mas não debatem ideológicamente os riscos de uma gravidez precoce.

Ademais os fatos, as consequências da gestação antecipada gera transtornos sociais e psicológicos, porque parte da população que se tornam mães antes dos 20 anos vivem em situação de vulnerabilidade social, sem condições de ter um bom acompanhamento médico, levando as adolescentes ao estresse pelo risco da gravidez tanto para o bebe quanto para sí, vale lembrar que também induz as jovens a abandonarem seus estudos antes do 2° grau completo.

Evidencia-se que, de acordo com os fatores, a gravidez na adolescência é uma questão a ser combatida no Brasil. As formas de corrigir demasiadamente a situação são: garantir educação sexual nas instituições de ensino junto ao Ministério da Educação, incentivar o uso de preservativos pelo agente de saúde do SUS, em postos de saúde, farmácias, faculdades, e em escolas com acompanhamento de um psicólogo para os mais jovens gratuitamente, e ao orgão de comunicação do governo, por meio das mídias abordar o assunto aos pais para que debatam com seus filhos para evitar problemas como este.