Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 10/07/2019
No filme “Juno" produzido em 2007, é retratado a trajetória de uma adolescente de 16 anos que enfrenta uma gravidez não planejada, lidando com diversos empecilhos durante sua gestação. Fora das telas cinematográficas, no cenário atual, à temática da gravidez na adolescência no núcleo social ainda é um fator de recuamento é pouca abordagem para com os jovens brasileiros, o que dificulta a aproximação é visionamento da sua importância. Neste sentido, é essencial, evidenciar a omissão do meio educacional na abordagem do tema é a escassa informação sobre a gravidez na adolescência em populações de vulnerabilidade social.
É indubitável pontuar, em primeiro plano, que geralmente na maioria das escolas brasileiras não é instituído discussões lúdicas sobre à gravidez, preestabelecendo, assim, um ideal que concentra indivíduos e propensos a enfrentar uma gravidez precoce. Exemplo disso, é a pesquisa realizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que registrou na faixa etária de adolescentes de 15 a 19 anos 68,4 nascimento de crianças. Neste sentido, o meio educacional em virtude da ausência de posicionamento sobre à gravidez precoce entre jovens, fomenta uma visão equivocada, que pode colaborar com a permanência das altas taxas de gestação, entre menores, em função de uma população desinformada. Nesta conjuntura, é irrefutável, que à esfera educandário brasileira, proporcione para os adolescentes a educação sexual, caso contrário será obrigado a conviver com à permanência desse pragmático problema, na sociedade.
De mesmo modo, é importante ressaltar, que à precária circulação de informações, sobre a gravidez precoce, em âmbitos de baixa renda corrobora ao risco exponencial da morte do feto da mãe. Exemplo disso, é a mortalidade materna como uma das principais causas de falecimento de jovens entre 15 a 19 anos. Desse modo, os cidadãos de baixa condição financeira e pouco conhecimento sobre o tema, além de maior probabilidade de enfrentar uma gravidez na adolescência, tem a saúde da mãe fragilizada e do feto também, com maior possibilidade de contrair doenças é desenvolver anomalias genicas. Nesta perspectiva, é inevitável, a construção de ações é normas para informar à população restabelecendo, assim, um cenário de inatacabilidade social.
Infere-se, portanto, que para amenizar os índices de gravidez precoce no contexto brasileiro medidas precisam ser tomadas. Diante disso, para mitigar este problema é fundamental que o Ministério da Educação (MEC), que tem objetivo de melhorar a qualidade na educação elaborando políticas e administrando o setor escolar deve promover a reformulação das diretrizes das escolas brasileiras erradicando a visão errônea a cerca da gravidez precoce, incentivando a criação de uma sociedade mais informada, por meio de palestras educativas e inserção de debates na grade curricular de aulas de biologia com a finalidade de trazer maior lucidez sobre o tema é combater a elevação de taxas de gestação entre menores. Igualmente, é necessário que o Governo aliado à ONGs, promova em núcleos de vulnerabilidade social o atendimento é informação, a cerca da prevenção e utilização de métodos contraceptivos, por meio da distribuição gratuita de cartilhas, com o fito de incutir nesta parcela de indivíduos conhecimento sobre o tema. Assim, talvez, a realidade apresentada no filme Juno possa ser reduzida, e a construção de uma sociedade mais prevenida seja alcançada.