Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 01/07/2019
No filme “Juno” da Netflix, Juno MacGuff, uma adolescente de 16 anos acidentalmente engravida do seu melhor amigo, que decide ter o bebê e entregá-lo para a adoção. Diante disso, valida-se que a gravidez na adolescência está se tornando cada vez mais comum em meio sociedade. O que se deve a fatores como a vulnerabilidade dos jovens e a escassez de educação sexual ativa em comunidade.
Nessa perspectiva, é evidente a vulnerabilidade dos jovens quando se trata da área de relações sexuais. A fase do amadurecimento, das experiências e descobrimentos são degraus de extrema relevância na vida de um jovem; Porém, nessa faixa etária entre 15 e 19 anos, o adolescente também é exposto a ações e situações que se não melhor amparados, pode vir a decorrer uma gravidez inesperada.
Outrossim, é necessário também uma educação sexual ativa nas escolas, famílias e comunidades; que é o processo que busca proporcionar conhecimento e esclarecer dúvidas sobre temas relacionados à sexualidade. De acordo com uma reportagem realizada pelo Profissão Repórter, 76% das adolescentes que engravidam, abandonam a escola. Logo, é perceptível a quão prejudicial pode ser uma gravidez precoce, dificultando seu papel social futuro ou até mesmo a própria saúde.
Em síntese, é claro a necessidade de informações preventivas sobre sexualidade na adolescência. Portanto, medidas devem ser efetivadas. Nesse sentido, o Ministério da Educação e Saúde, em parceria com escolas, comunidades e com o Programa Saúde da Família (PSF) devem intensificar as ações em relação a educação sexual por meio de palestras, rodas de conversa, como também um melhor investimento na disponibilização de métodos contraceptivos gratuitos e a importância de seu uso. Dessa forma, o Brasil poderá colaborar para a diminuição das taxas percentuais de gravidez entre jovens, podendo então, alcançar uma estabilidade nesses índices.