Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 08/07/2019

A Revolução Industrial trouxe a facilidade do acesso à informação, cujo é suficiente para transformar a vida do ser humano. A gravidez precoce, por sua vez, é um problema usual e está intimamente associado à condição intelectual e socioeconômica da família na qual os adolescentes se encontram. Os efeitos desse problema influem diretamente o futuro dos pais, e dificulta a possibilidade da evolução profissional desses.

Em primeira análise, segundo pesquisas da Organização Mundial de Saúde, o índice da gravidez precoce é inversamente proporcional ao nível educacional do ambiente no qual a família vive. Tendo em vista que cidadãos moradores de lugares pobres, têm acesso à educação precária, vê-se um número alarmante de filhos com mães adolescentes e/ou adolescentes com um ou mais filhos. Entretanto, a OMS também comprova casos em realidades diferentes da que fora citada antes, em regiões cujo há fácil acesso informacional, acessibilidade de contraceptivos e qualidade de educação. Contudo, além da situação social do jovem, deve-se considerar junto a essas, que a gravidez na adolescência é também consequência de um mau convívio familiar.

Sob segunda óptica, uma reportagem sobre esse assunto passada no Profissão Repórter, programação da TV Record, afirma que mais de 50% dos jovens que se encontram entre o primeiro e o terceiro ano do ensino médio, já tiveram algum tipo de relação sexual na vida, o que resulta em alto índice de gestação na adolescência. Ademais, isso é um dos causadores da evasão escolar: pela rotina quando refere-se à maternidade, e necessidade da sustentação familiar quando à paternidade.

Em síntese, a gravidez precoce é vista como um grande desafio a se resolver. Logo, é dever do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos incentivar o diálogo entre família, por meio de campanhas publicitárias que abranjam todos os meios de comunicação, de forma que conscientize a atenção sobre os menores, e explicite a importância da presença familiar diante da fase da impulsividade, a adolescência.