Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 03/07/2019

Na atual conjuntura contemporânea, observa-se que o índice de gravidez cresce de forma significativa no Brasil. Isso traz impactos tanto para a vida da mãe quando para a vida do bebê. Para que esses problemas sejam minimizados, medidas urgentes são necessárias.

É relevante abordar, primeiramente, que os casos de gravidez têm sido frequente no país. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o número de nascidos de mães entre 15 a 19 anos de idade foi de aproximadamente 69, num parâmetro de 100 nascidos entre os anos de 2010/2015. Em razão disso, tem-se um aumento do número de doenças e mortes entre as mães e as crianças relacionadas à gravidez precoce, pois biologicamente a mãe não esta preparada para gravidez.

Não se pode esquecer  que a gravidez precoce se torna um problema social. Conforme dados do site ``nacoesunidas.org´´, seus filhos têm mais risco de cair na pobreza, o que contribui para uma maior desigualdade social e aumento de casos de doenças provenientes da falta de alimentação e saneamento básico, podendo levar a casos de verminoses e bacterioses. Ademais,  essa problemática contribui para superlotação dos hospitais, pois o índice de pacientes vítimas dessas doenças são recorrentes.

Fica claro, dessa forma, que a gravidez precoce é um fato no país. Assim sendo, faz-se necessário que o governo , em parceria com a mídia, instituições de ensino e profissionais da área da saúde criem campanhas nacional de conscientização sobre a gravidez na adolescência, promovendo palestras nas escolas e encontros em bairros com maior índice do problema que visem a discussão do assunto em questão.