Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 05/07/2019

Na sociedade antiga, o período da puberdade na vida de uma mulher era considerado um marco transitório ao casamento e, consequentemente, a gravidez, sendo conhecido como algo normal. No Brasil, essa realidade da antiguidade continua presente, visto que os pais possuem o maior índice de gravidez infantil da América Latina, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, OMS.

A princípio, é importante destacar que o contexto familiar, no que atinge a educação sexual é um dos principais fatores da gravidez precoce. De acordo com o Instituto de Pesquisa e Estatística Aplicada, IPEA, revela que uma em cada cinco crianças possui mãe com idade entre 10 e 19 anos. Esse dado retrata quão alta são as taxas de gravidez precoce, estando relacionado à ausência da orientação do núcleo familiar, levando muitas vezes a terceirização da educação, cessando a importância ao ensinamento e amostra das conseqüências, como também, a preparação para o inicio da vida sexual com proteção.

Outrossim, as taxas de fertilidade entre adolescentes continuam sendo alta e afetam principalmente as populações que vivem em condições de vulnerabilidade. De acordo com, Roberto Campos, tudo o que se pode fazer é administrar as desigualdades, buscando igualar as oportunidades, analisar-se que o Brasil, apesar de ser uma das maiores economias, falha em promover igualdade. Por conseqüência, tal indigência, resulta a gravidez precoce, na medida em que as meninas, por muitas vezes, não tem acesso a assistência da saúde pública, como também, por falta de oportunidade de emprego, o que impossibilita o uso do preservativo e tendo por conseqüência, a gravidez.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esses problemas. É cabível, ao Ministério da Educação, o adotamento de medidas socioeducacionais, com a criação de projetos a prevenção da gravidez, por meio de palestras, na qual consistirá a adição da matéria sobre educação sexual na grade curricular.