Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 07/07/2019

Segundo Karl Marx, não é a consciência do homem que determina o seu ser, mas ao contrário, são as relações de produção que ele contrai que determina a sua consciência, levando tal frase para o âmbito dos crescentes relatos de adolescentes grávidas no Brasil, sendo essas a maioria de classes baixas, tem uma grande relação com um reflexo de um Estado desigual, onde o meio de desenvolvimento social age de forma superficial.

O Brasil do século XX era denominado por uma cultura elitista, onde predominava o crescimento econômico, botando em foco o crescimento agrário, deixando totalmente de lado o ser social. Contrapartida, o século XXI vem sendo marcado por um viés revoluções sociais, trazendo com ela uma liberdade de falar sobre sexualidade e seus cuidados, deixando de ser um tabu, porém existe uma falta da aplicabilidade de forma que conscientizem adolescentes a não engravidarem, pois consequências como essas podem trazer riscos tanto a saúde quanto ao crescimento social.

Pesquisas constam que tais fatos ocorre a partir da baixa escolaridade, não deixando de relatar que muitas vezes a conjuntura vem sendo passada de mãe para filha, trazendo o abandono escolar, que por sua vez rebaixando o nível de desenvolvimento do país, onde o tal vem demonstrando um despreparo para o acolhimento de mães adolescentes, no qual a principal repercussão de mortes é causado pelo HPV, DSTS  que poderia haver um tratamento adequado se o Estado não negligenciasse fatos assim.

Portanto cabe ao município, onde se encontra neste as dificuldades primárias da saúde da família, organizar ações que estabeleçam total apoio a segurança para que adolescentes não tenham uma gravidez precoce, não distribuindo apenas métodos contraceptivos mas organizando palestras com pais e filhos sobre os riscos que tais acontecimentos pode trazer, e ao Estado projetos que evidenciam jovens a voltar a sonhar.