Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 12/07/2019
Países que apresentam baixo índice de desenvolvimento humano tendem a apresentar altas taxas de natalidade entre adolescentes e jovens de 12 a 24 anos. Nesse viés, algumas regiões brasileiras sofrem mais por apresentar vulnerabilidade socieconômica e estar a margem dos planos governamentais. Nisto corrobora, nas altas variações de gravidez em vista da precariedade de atenções públicas.
É fundamental analisar, desse modo, a precária orientação a cerca da educação sexual em instituições de ensino. Nesta esfera, salienta-se a frequência nos estudos de aspectos biológicos da sexualidade humana nas escolas. Entretanto se nota, que o tema abordado possuí deficiências por não tratar de tópicos práticos do sexo e também por não ter profissionais capacitados para esta discussão. Consequência disso, 1 em cada 3 crianças que nascem é filha de adolescente na ilha de Marajó, segundo o Datasus.
Cabe analisar, ainda, o acompanhamento efetivo familiar nas relações sociais de um indivíduo. Nesta perspectiva, por ser abordada de forma irregular e sem a devida frequência os conhecimentos a cerca do sexo tornam-se frágil, juntando com a falta participativa da família, adolescentes e jovens ficam vulneráveis a toda consequência preponderada pelo sexo. Por exemplo, 58% das adolescentes que possuem filhos não estudam e não trabalham, segundo o Ipea.
Fica claro, portanto, a imprescindível ação contra a ocorrência da gravidez precoce. Para isso, o ministério da educação juntamente com o da saúde deverá integrar o tema de educação sexual nas instituições de ensino, por meio de orientadores capacitados trabalhando de forma periódica para solidificar o conhecimento em relação a sexualidade. Logo, os mesmos agentes deverão financiar palestras em escolas para incorporar a família na ampla participação de relações sociais fundamentando a importância e dissolvendo a problemática em evidência no Brasil.