Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 13/07/2019

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o terceiro colocado na lista de países com a maior taxa de gravidez na adolescência, entre jovens de 15 à 19 anos. De forma análoga, percebe-se que nos dias atuais, ocorre com maior frequência em pessoas com baixa escolaridade e respectivo ao mau uso dos métodos contraceptivos. Consequentemente, medidas devem ser tomadas para resolver tal impasse.

Primeiramente, é possível analisar que nas instituições de ensino no Brasil, a falta de ensinamento sobre uma gravidez indesejada acaba sendo um dos maiores problemas na sociedade. Devido ao foco apenas nas doenças provocadas com a ausência de preservativos. Por isso, segundo a doutora Philippa Gordon, pediatra que atua na cidade de Nova York, afirma que as meninas recebem mais informações sobre as doenças transmitidas sexualmente do que, uma gravidez indesejada, isso  nas aulas de educação de saúde. Com isso, fazem uso do sexo desprevenido, assim, expostas a vários problemas de saúde e doenças.

Em virtude disso, a ausência de anticoncepcionais e o mau aproveito deles, faz com que muitas adolescentes fiquem grávidas muito cedo. Desse modo, tornam-se mães sem estrutura alguma para cuidar de seus filhos. Ademais, sem falar nas DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis), como: Aids, Sífilis e HPV(vírus do papiloma humano). Embora, conforme foi descrito pelo programa de TV Profissão Repórter, a taxa de gravidez na adolescência é cada vez mais exacerbada, pois, nessa faixa etária inúmeras meninas se recusam a fazer o pré-natal, porque têm vergonha.

É indubitavelmente, portanto, que o Ministério da Educação(MEC), juntamente com o Ministério da Saúde(MS), e aos diretores de escolas, estabeleçam programas e palestras em institutos, com pedagogos, psicólogos e enfermeiros, no intuito de sensibilizar os alunos em especial as meninas sobre o tema. Para assim amenizar a questão.