Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 05/07/2019

Segundo o obstretra Ocimar Coutinho, a gravidez precoce é período que começa na concepção ao nascimento de um ser humano. Desse modo, o Brasil apresenta um desafio quanto a gravidez em adolescentes (de 10 a 20 anos). Ainda, a falta de informação acerca da educação sexual e planejamento familiar e a falta de acesso a método contraceptivo são as causas do referida situação.

Quanto ao aspecto social, as famílias e escolas em geral não informam adequadamente os adolescentes acerca da educação sexual e planejamento familiar, seja por preconceitos sofridos pelas meninas grávidas ou doutrinas morais. Por consequência, tal omissão resulta em gravidas precoces e vulneráveis, com a vida escolar comprometida e sem acesso a uma educação de formal digna optará possivelmente por empregos com baixa remuneração., Esse preconceito reflete na estatística, o pais tem cerca de 80% das adolescentes que são mães precocemente e não estudam e nem trabalham, conforme o levantamento da PNAD 2013.

Por outro fator, o dificuldade de acesso a método contraceptivo propicia a gravidez precoce, pois o próprio sistema de saúde publico não oferece serviço voltado a atenção básica de adolescentes marginalizadas. Por conseguinte, tal negligência resulta em jovens vulneráveis, na medida em que eles não têm acesso método anti-gestacional, o que impossibilita uma perspectiva de planejamento familiar. Para exemplificar, conforme Unesco, o Brasil apresenta taxa de gravidez precoce acima da media mundial e isso representa 15% das gestações anuais.

Por fim, a gravidez na adolescência é um desafio notório no Brasil. Portanto, cabe ao Ministério da Educação e o da Saúde gerenciem uma campanha de prevenção à gravidez precoce nas escolas e Televisão sobre educação sexual para os estudantes de ensino médio e família, promovendo acesso ao serviço contraceptivo para que se diminua os casos de gravidez na adolescência e ampliem suas oportunidades sociais, como educação e trabalho.