Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 07/07/2019

É inegável que há um crescimento absurdo no número de adolescentes grávidas no Brasil. Na história bíblica, muitos historiadores dizem que Maria concebeu Jesus aos quatorze anos, essa idade na época era aceitável já que a expectativa de vida era menor do que a de hoje. Já nos dias atuais, a gravidez nessa mesma idade trás incontáveis riscos tanto para a adolescente quanto para o bebê, sem falar da dificuldade em retomar os estudos e crescer na vida profissional.

Em uma primeira análise, deve-se entender que o corpo de uma menina não está desenvolvido completamente para uma gestação, dessa forma, quando engravidam acabam tendo um processo de alto risco. Carência de nutrientes, maior chance de aborto espontâneo, bebês prematuros ou com má formação e até mesmo a morte de ambos são algumas consequências que a gravidez pode trazer nessa condição.

Destaca-se também o alto número de garotas que abandonam os estudos depois de um tempo da concepção. No Brasil, 75% das adolescentes que têm filhos estão fora da escola, o que acaba por interferir diretamente em seus futuros e ao futuro dos filhos consequentemente. O sofista Heráclito em sua teoria disse que tudo muda, seguindo esse raciocínio pode-se mudar as diretrizes desse problema.

Fica claro, portanto, a necessidade de interferência do Ministério da Educação juntamente com o Ministério da Saúde e o Ministério de Comunicação, para ajudar na divulgação sobre educação sexual, formas  de prevenção, DST’s e etc… Com palestras nas escolas, panfletos nas unidades de saúde e divulgação nas mídias o conhecimento será obtido e assim, com informação, se pode mudar a realidade das crianças do país.