Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 07/07/2019
Jovens “adultos”
Na atual idade contemporânea, com a revoluções técnico científico informacional e com um aumento da expectativa de vida isso resultou na redução dos números de filhos por mulher. Porém, essa história é bem diferente para jovens entre 15 e 19 anos de idade, principalmente as classes mais pobres, em que o aumento de nascimentos de bebês continua crescendo. E isso se deve por alguns fatores: a educação precária para os menos favorecidos e a falta de comunicação entre pais e filhos.
O conhecimento, as informações e educação estão a um click do saber para muitas pessoas, que utilizam tais conhecimentos para mudarem atitudes equivocadas, como a gravidez na adolescência. Contudo, uma grande parcela da população de classes mais pobres não tem acesso a essas informações, e onde mais são registrados os maiores casos de gestantes jovens. Assim de forma análoga ao que o filósofo Immanuel Kant disse, se pode afirmar que o homem nada mais é aquilo que a educação faz dele.
Outrossim, há falta de comunicação entre os familiares é outra porta que se abre para que o expressivo aumento de mães prematuras persista. A exemplo disso é o relatório que a Organização Mundial da Saúde publicou afirmando que 68,4 dos nascimentos a cada mil são de adolescentes, um índice muito acima da média latino-americana, estimada em 65,5
Portanto, a falta de educação aliada a falta de comunicação é um problema. Sendo assim, O Ministério da Educação (MEC), com parceria do Ministério da Saúde, deve implementar aulas interdisciplinares sobre a gravidez na adolescência , em todas as instituições de ensino, de como funciona e como ser evitada. Além disso, o MEC deve, de forma periódica, disponibilizar palestras com psicólogos para orientar, no possível, os responsáveis de como proceder para conversarem sobre sexualidade e como ser evitada antes da hora para não se ter crianças “adultas”.