Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 05/07/2019
O período que se seguiu após o fim da Segunda Guerra Mundial, foi palco de profundas mudanças em diversas esferas da sociedade. E, no Brasil, não foi diferente, em consequência do processo de desenvolvimento rápido e desordenado vivido pelo país, o mesmo enfrenta diversos problemas como os excessivos casos de gravidez na adolescência. Diante dessa questão, urge a necessidade de se compreender e debater suas causas socioeconômicas e de saúde pública.
Em primeiro plano, de acordo com a revista digital Adolescência e Saúde, gravidez precoce tem impacto socioeconômico, pois muitas das grávidas abandonam os estudos e apresentam maior dificuldade para conseguir emprego. Assim, o problema social causa extrema decepção e constrangimento a elas.
Outrossim, dados oferecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), corrobora o alto índice de meninas grávidas entre 15 e 19 anos no Brasil. Esse cenário, ratifica ser um problema de saúde pública, uma vez que causa riscos á saúde da mãe do bebê. Dessa forma, medidas fazem-se necessárias para solucionar a problemática.
Portanto, percebe-se uma necessidade de proteção aos adolescentes. O Ministério da Saúde, deve levantar recursos financeiros para equipar postos de saúde com especialistas em neonatal e preventivos, a fim de zelar pela vida das meninas grávidas precocemente. Além do Ministério da Educação fornecer orientação por meio da aprendizagem, mediante abertura da matéria sexologia nas escolas, com o objetivo de instruir jovens na forma correta de prevenção, evitando-se, assim, a gravidez na adolescência. Soma-se a isso investimentos em educação, valorizando e capacitando os professores, no intuito de formar cidadãos mais comprometidos em garantir o bem - estar como um todo.