Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 06/07/2019

De acordo com o Sistema de Informação sobre os Nascidos Vivos(SINASC), a cada ano, mais de 500 mil meninas entre dez e dezenove anos têm filhos no Brasil. Por certo, existe uma parcela da população jovem que conhece os métodos contraceptivos, mas simplesmente os igno-ra, não os adota, e algumas consequências podem ocorrer devido a gravi-dez na adolescência.

Em primeiro lugar, grande parte dos adolescentes possuem conhecimento dos métodos contraceptivos, pois são fornecidas informações sobre eles nas escolas e até mesmo pela internet. Certamente, especialistas dizem que a maioria desses jovens não sabem prevenir-se de forma adequada, não compreendendo o funcionamento de cada método, e alguns abandonam o seu uso por questões pessoais, e algumas jovens dizem não usar preservativo por objeção do parceiro ou por terem um parceiro fixo.

Ademais, os problemas de uma gravidez na adolescência vai além dos fatores psicológicos, econômicos, e a jovem grávida precocemente pode apresentar sérios problemas durante a gestação, inclusive risco de morte. Além disso, pode haver riscos de prematuridade do bebê e baixo peso, morte pré-natal, anemia, aborto natural, dentre outros. Sem dúvida, muitas adolescentes grávidas estão morrendo devido a tentativas de aborto, feitas principalmente em clínicas clandestinas.

Logo, o Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação(MEC) deve promover campanhas de exortação ao uso dos métodos com-traceptivos, a fim de que se evite a gravidez na adolescência no Brasil, principalmente nas periferias do país. Portanto, por meio do MEC os professores brasileiros devem capacitar-se para dar palestras e aulas de educação sexual para os adolescentes. Dessa forma, será possível combater a gravidez precoce e os seus possíveis riscos à saúde.