Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 06/07/2019

Vive-se, atualmente, em um mundo globalizado, no qual noticias, informação e entretenimento estão disponíveis a população em “frame” de segundos. Em contraposto a isso, ainda hoje existe tabu em falar sobre alguns assuntos, não apenas em meios de comunicação, como principalmente no âmbito escolar e familiar. Assim, vê-se como um desses temas o inicio e as formas de contracepção sexual. Dessa forma, percebe-se, refletido em números, a grande taxa de gravidez no período da adolescência.

Essa problemática encontra-se, principalmente na pouca orientação aos jovens, como também reflete-se como um aspecto social e de saúde publica. Segundo pesquisas realizadas pelo Ministério da Saúde, quase 70% das adolescentes que engravidam é de forma indesejável. Dessa forma, fica nítido que a orientação de práticas de prevenção tem sido insuficiente. Infelizmente, em pleno século XXI, grande parte dos pais esperam que a escola se encarregue sozinhos de ensinar tais assuntos a seus filhos, e em contra partida varias escolas ainda ensinam sobre o sexo ou sobre as consequências e riscos, de forma muito conceitual e não exatamente didática. Dessa forma, fica perceptível, a falta de uma parceria que deveria existir entre as instituições de ensino e os pais.

Além disso, não se pode responsabilizar apenas a falta de orientação familiar e escolar, principalmente com o número de incidência de casos de gravidez na adolescência, que chegaram a quase 500 mil por ano em 2017 -segundo o Ministério da saúde-. Desse modo, percebe-se que tal fato é um problema de saúde publica, principalmente por causar diversos riscos tanto a mãe - como a depressão,a morte pós-parto, e o aborto espontâneo ou até clandestino.-  como também ao bebê - nascer prematuro, morte e problemas causados pela difícil gestação-.

Fica nítido, portanto, que medidas devem ser tomadas para que almejando diminuir os número casos de gravidez na adolescências, que ainda é muito grande. Dessa forma, é impressionável que  Ministério da saúde juntamente com o Ministério da educação, implementem nas escolas periodicamente aulas de educação sexual, com professores educação, porém também com especialistas da saúde, por meio de palestras aberta a toda a escola e  um atendimentos com um médico ginecologista e andrologista, afim de solucionar dúvidas de cada adolescente individualmente, buscando diminuir o constrangimento de conversar sobre esse assunto. Faz-se também necessário que a família dos jovens contribuam com a orientação dos seus filhos em casa, visando impedir uma gravidez não desejada.