Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 13/07/2019

Durante o século XXI, a gravidez ocorrida na adolescência, idade que segundo a Organização Mundial Saúde (OMS) compreende entre 10 e 19 anos, ainda é bastante registrada no Brasil. Visto que, a gravidez é uma condição de dar a vida a outro ser, a mesma pode gerar consequências quando ocorrida durante a fase jovem, como riscos à saúde da mãe e do bebê, abandono dos estudos, dificuldade de conseguir emprego e ter que abandonar a infância cedo. Essa realidade constitui um desafio a ser resolvido pelos poderes públicos e pela própria população.

Nesse contexto, segundo dados da Cidade On, realizada em 2018, mostra que mais de 600.000 mulheres se tornaram mães em 2014, e apenas no estado de São Paulo, 14,5% desse total tinham apenas até os 19 anos de idade. Contudo, pode-se perceber que muitos adolescentes estão sexualmente ativos sem possuírem informações precisas que podem evitar a gravidez precoce e não planejada, como conhecer melhor sobre o uso dos contraceptivos, como e onde adquiri-los.

Portanto, compete ao ministério da saúde junto com as escolas promoverem ações que possam passar todas as informações necessárias para os adolescentes. Essas ações devem ser feitas por meio de palestras apresentadas junto com pessoas capacitadas para esclarecer todas  as dúvidas existentes e também por meio de campanhas publicadas em postos de saúde e também em escolas, falando sobre os métodos contraceptivos, como o uso da pílula anticoncepcional, o uso correto da camisinha, contraceptivos de emergência, com o objetivo de evitar uma gravidez não planejada, passando todo o conhecimento necessário que todos jovens deveriam saber antes de começarem uma vida sexual ativa, diminuindo assim os registros de mulheres grávidas precocemente.