Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 06/07/2019

Mães Adolescentes

Até poucos anos atrás era comum as mulheres se casarem cedo e terem muitos filhos, já que a mortalidade infantil era alta e as crianças que sobreviviam podiam ajudar nas despesas de casa. Atualmente, a maioria as mulheres demoram a se casar e preferem estudar primeiro e consequentemente têm menos filhos, e além disto as crianças têm uma maior expectativa de vida, por outro lado, nos lugares mais pobres as coisas não mudaram e ainda é bem comum a gravidez na adolescência.

O norte e o nordeste, são os lugares mais pobres do Brasil e também os mais afetados, a grande maioria as moças que se encontram nesta situação são pobres e sem uma família estruturada, não tendo assim, uma expectativa de melhora social e seus filhos muito provavelmente sofrerão com a pobreza, criando um ciclo ininterrupto. Essas jovens em situação de vulnerabilidade são as mais afetadas, uma vez que não recebem informações suficientes para se prevenirem.

Uma adolescente ainda não tem seu corpo adequado para a gravidez, trazendo assim, vários riscos à saúde para si mesma como, risco de ruptura do colo do útero e eclampsia, e também problemas para o bebé tal como, anemia prematuridade e morte pré-natal. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a cada mil adolescentes brasileiras entre 15 e 19 anos, 68,4 ficaram grávidas. Esse número é um dos maiores da América Latina e mostra a precariedade pessoas vivem.

Portanto fica claro a dimensão deste problema no Brasil, desta forma para reduzir o número de gravidezes na adolescência, as secretarias de saúde, educação e juventude devem se unir para fazer programas de conscientização nos lugares mais afetados, destarte ajudando os jovens para que estes possam se proteger e cuidar do próprio futuro, tendo maiores chances de melhorias sociais. Desta maneira, aumentam as chances e se alcançar uma sociedade mais saudável.