Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 07/07/2019
É possível afirmar que a gravidez na adolescência tem se tornado algo preocupante, pois há um aumento expressivo no numero de casos de gestações precoces no Brasil, os quais se evidenciam em mães que tem entre 14 e 19 anos de idade. Haja vista que as mesmas estão mais suscetíveis a desenvolver algum problema de saúde e além disso deixam de estudar em decorrência da nova rotina que assume, com a presença de um bebê.
Durante a adolescência o corpo ainda está em formação, não estando ainda preparado para uma gestação, mas quando isso ocorre tanto a mãe quanto o bebê estão sujeitos a ter algum comprometimento de saúde, ora por conta da idade materna ora por conta da desinformação sobre os métodos contraceptivos, que previnem contra doenças. Como por exemplo, foi reportado no Globo Repórter, uma adolescente de que teve seu primeiro filho aos 11 anos e depois do segundo descobriu estar uma doença sexualmente transmissível ( DST).
Ademais, segundo pesquisa exibida no portal de noticias G1, quase 30 % das mães adolescentes não concluíram o ensino fundamental, ou seja, estudaram menos de 7 anos. Isso evidência uma das consequências mais criticas desse problema, já que depois de terem o primeiro filho se torna mais difícil prosseguir com a carreira escolar e assim essas largam os estudos, se tornando mais propensas a passarem por certas necessidades sociais.
Dessa forma, no intuito de minimizar a incidência de gravidez entre adolescentes, assim como as consequências negativas decorrentes, é necessário que algumas medidas sociais. Por isso, cabe ao Governo - por meio de programas de saúde como o Sistema Único de Saúde (SUS), intensificar as campanhas de prevenção á gravidez precoce e ás DSTs, para que as futuras gestantes sejam mais saudáveis, diminuindo também a ocorrência de DSTs no país.