Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 07/07/2019

O Brasil é um país emergente e possui um amplo território. Devido a isso, pode-se considerar que a educação, conhecimento e informação não alcançam a todos. Logo, a educação sexual, já pouco aderida pelas instituições de ensino e muitas vezes vista pelas famílias como um tabu, faz com muitas jovens adolescentes venham a engravidar.

Sob tal enfoque, também há de se considerar uma falta ainda maior de informação nas regiões mais pobres, de situação mais precária, como zonas rurais e periferias. O que contribui ainda mais para o aumento da gravidez na adolescência. Dessa forma, muitas jovens acabam por realizar abortos e as que decidem levar a gravidez adiante, tendem, na maioria da vezes, a abandonar os estudos.

Nesse viés, é inegável e recorrente que muitas meninas optem por realizar abortos clandestinos, que geram um risco a saúde e até mesmo a vida da adolescente. Já as que seguem com a gravidez, submetem-se a uma vida presa, sem liberdade e independência financeira, por não terminarem os estudos e de penderem da família ou parceiros conjugais.

Portanto, o Governo, como propagador do bem-estar, saúde e educação popular, deveria trabalhar para formular e aplicar projetos de disseminação sobre a importância da educação sexual nas escolas, públicas e privadas. Por meio de campanhas educativas, interativas e didáticas, com um maior foco nas populações mais carentes e desprivilegiadas.