Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 14/07/2019

No Arcadismo, a partir de 1768, o lema árcade ‘‘Carpe Diem’’, que significa viver a vida, é análogo ao século XXI, com uma fração de jovens cada vez menos preocupados em consequências, por exemplo, a gravidez indesejada.Além disso, pessoas de baixa renda aliadas a falta de informação contribuem majoritariamente com os imbróglios da gestação adolescente no Brasil.

Em primeira análise, é oportuno frisar que as classes mais pobres são ascendentes quando se trata de um feto portando mulheres juvenis.Paralelamente, reflete no alto Índice de Desenvolvimento Humano, no qual o Brasil ocupa o 73° lugar, segundo a revista BBC, com saúde, educação e renda precários.Em virtude disso, explica o elevado quantitativo de moças grávidas na puberdade, uma vez que os números são menores nos países desenvolvidos, por exemplo, os Estados Unidos.

Outro aspecto que comprova essa situação é a falta de informação, com indivíduos que não recebem orientação dos pais, tampouco sobre educação sexual nas escolas.Segundo o filósofo Pitágoras, ‘‘o homem é a medida de todas as coisas’’.Dessa forma, as consequências da informacionalidade gera uma percepção negativa para quem não possui a sapiência sobre o ato sexual, com aumento nas taxas de natalidade.

Deve-se constatar, portanto, que a população de baixo poder aquisitivo, juntamente sem direito a uma cultura sobre o sexo, ocasiona um alerta que deve ser atenuado.Segundo o filósofo James Russel, ‘’educar a inteligência é dilatar o horizonte dos seus desejos e necessidades’’.Partindo desse princípio, o Ministério da Educação tem que introduzir, principalmente nas escolas de lugares com pessoas de baixa renda, aulas sobre educação sexual, garantindo a informação do uso de métodos contraceptivos, sua eficácia e respectivos exames que a mulher deve fazer para utilizar tal produto.Logo, os jovens terão  a consciência de escolher o momento certo para reproduzir.