Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 13/07/2019
No filme americano “Juno”, uma garota de 16 anos engravida do seu colega de escola e consequentemente passa à enfrentar diversas dificuldades. Não distante da ficção, hodiernamente, a gravidez na adolescência tem se tornado cada vez mais presente no Brasil. Dessa forma, nota-se à necessidade do debate acerca desse problema contemporâneo.
Convém ressaltar, a princípio, que o âmbito escolar é visto como ferramenta essencial na distribuição de informações aos jovens. Contudo, a educação sexual ainda é vista como tabu e dificilmente é comentada em sala de aula, dificultando assim, o entendimento sobre a gravidez precoce.
Outrossim, segundo a Organização Mundial de Saúde, a cada mil mulheres entre os 15 e 19 anos, 68,4 acabam engravidando. Por conta do alto número de grávidas precocemente, o número de mortes no parto simultaneamente aumenta, pois, com tão pouca idade o corpo feminino todavia não está bem desenvolvido.
Constata-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver o impasse. A fim de atenuar esse problema de saúde pública, além de as escolas implementarem pautas de prevenção da gravidez prematura em atividades pedagógicas, cabe ao Ministério da Saúde em parceria com os meios de comunicação, criar, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias a respeito da gravidez na adolescência e suas consequências.