Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 10/07/2019
Na Grécia antiga, o casamento jovem e, consequentemente à gravidez prematura eram considerados normais. Mesmo com o lapso histórico-temporal, ainda é perceptível uma parcela do passado, já que, o Brasil possui o maior índice de gravidez na adolescência da América Latina. Nessa perspectiva, é importante analisar os motivos que levam os jovens a se relacionarem sexualmente tão cedo, interrompendo assim, o prazer de gozar sua juventude.
Como em uma narrativa Kafkiana a sociedade brasileira assiste perplexa ao descaso da gravidez precoce. Onde, o desafio mais acentuado é combatê-la, pois podem trazer riscos tanto para mãe quanto para o feto, podendo acorrer até a morte de ambos. Portanto, há uma série de fatores socioculturais que contribuem para isso, como: a falta de políticas públicas, para a distribuição de métodos contraceptivos. Visto que, a maioria dos casos estar entre à população mais pobre. Nesse sentido, fica evidente
a falta de condições para manter uma criança, muitas vezes, levando ao aborto ilegal.
Por conseguinte, outro fator que contribui para essa gestação, são os pais, que não orientam e fiscalizam os meios em que seus filhos estão inseridos. Como podemos citar: sites de relacionamentos, que se torna um meio fácil de interação e, por consequência mantenham relações amorosas ainda muito cedo.
Portanto, é imperioso que o Estado formule ações afirmativas para amenizar o quadro atual. Infere-se, que o Governo Estadual envie o maior número de subsídios, para às Universidades Federais do país, para que por meio de pesquisas, os estudantes da área de medicina e biomedicina desenvolvam métodos anti-concepcionais. Ademais, cabe à escola, implementar na sua grade, à matéria de educação sexual, trazendo em suas aulas, assuntos de prevenção e riscos da gravidez precoce, afim de orientar os estudantes de forma educacional. Só assim, tornando os jovens mais conscientes de suas ações.