Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 10/07/2019
Segundo o DATASUS, 1 em cada 3 crianças nascidas no Brasil são filhas de adolescentes, em sua maioria de 15 à 19 anos.
O risco imposto a essas jovens mães são grandes, podendo atrair HIV, AIDS, doença do colo do útero, mortalidade materna, aborto natural e nascimento prematuro, por ainda estar em fase de desenvolvimento do corpo humano feminino.
Dentre os inúmeros motivos, pode-se citar, a evasão escolar e mal convívio dos pais assim, a escola acaba agindo como um substituto na orientação que deveria ser feita pela família.
Infere-se a um problema social e de saúde pública pois, as regiões de menor escolaridade e menor renda, os índices são grandes. No Brasil a região Norte e Nordeste são as mais afetadas.
Uma estatística preocupante pois, 58% das adolescentes não estudam nem trabalham, fonte de pesquisas do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), para ficar em casa dando apoio a criança, sendo sustentada pelo marido, namorado ou familiares. Colocando em pauta que as jovens saem de casa mais cedo para lidar com as responsabilidades junto aos seus parceiros, que por sua vez, acabam sofrendo abusos psicológicos ou físicos.
Buscando disseminar o problema na sociedade, a Secretaria da Educação juntamente com a Secretaria da Cultura poderia promover projetos como " A Arte na rua", a fim da música, dança e teatro trazer distração aos jovens de periferias onde são mais altos os casos e diminuindo o percentual das adolescentes grávidas.
Como também, a Secretária da Saúde, promover campanha do mês contra as doenças sexualmente transmissíveis como exemplificador o mês rosa que tem o intuito de conscientizar o câncer de mama. Cabe aos médicos, agentes de saúde e enfermeiros fazer a expansão do projeto.