Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 11/07/2019
O numeroso índice de natalidade entre os adolescentes tem sido evidente no Brasil. Segundo a pesquisa realidade pela ONU, o Brasil tem 68,4 nascidos de mães adolescentes a cada mil meninas de 15 à 19 anos. Inúmeros são os fatores responsáveis para o aumento da taxa de gravidez precoce, principalmente, se inseridas em um cenário como a do país mencionado anteriormente, no qual, não há a aprovação de projetos educacionais para combater a gravidez na menor idade.
Primeiramente, é importante salientar que inserir a educação sexual nas escolas é o ponto chave para que haja a diminuição do índice de gravidez na adolescência. Contudo, grandes impasses surgem à frente de quem deseja introduzir esse recurso preventivo na instituições, tais como: a disseminação de afirmações inverídicas à cerca do implante da educação sexual, que, como consequência, deslegitimam a urgência da aprovação dos projetos educativos que visam combater a precocidade materna.
Segundo o pensamento do filósofo Kant, o homem é aquilo que a educação faz dele. Portanto, para que os jovens alcancem a maior idade sem carregar consequências de um passado destituído de conhecimento, é dever do sistema educacional transmitir as informações necessárias sobre as consequências do sexo sem proteção, que além das inúmeras DST’s que tal ato pode dispor, as chances das meninas engravidarem são extremamente altas pelo fato de vivenciarem o ápice de sua idade fértil, que, de acordo com a estimativa estipulada pela taxa de fecundidade, mulheres entre 15 à 19 anos são as que mais geram filhos no Brasil.
De modo que, o índice de gravidez na adolescência seja erradicado, é necessário a tomada de medidas paliativas, realizadas pelo Ministério da Saúde, que elaborem campanhas de prevenção para informar os métodos de profilaxia aos jovens. Por conseguinte, é imprescindível que haja a imparcialidade por parte do Poder Judiciário na análise de projetos que visam implementar a Educação Sexual como disciplina nas instituições de ensino básico, para que os jovens se tornem conscientes sobre os riscos.
riscos.