Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 11/07/2019
Com a invenção dos métodos contraceptivos,a taxa de natalidade no mundo caiu ao longo dos anos.Contudo, o Brasil é um dos países com o maior índice de gravidez precoce,pois muitas adolescentes não se previnem,tornando isso um problema de saúde pública, que podem acarretar em questões sociais, como a evasão escolar e a baixa renda.
A priori que no Brasil,a cada mil adolescentes entre 15 e 19 anos,de acordo com a Organização Mundial da Saúde no levantamento sobre gravidez precoce,68,4% se encontram nessa situação. Nesse contexto a mortalidade materna é um trágico fator das principais causas de óbito entre as jovens,já que biologicamente,o corpo delas não estão completamente desenvolvidos para evoluir um feto.
Outrossim, a educação sexual no Brasil é infelizmente vista como um “tabu”, o que impede que vários jovens tenham acesso a informações de como se prevenir, o que explica o alto índice de doenças sexualmente transmissíveis entre eles, em concordância com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Ademais,saber se cuidar ajuda na prevenção da gravides e de DST’S,além de problemas sociais como a evasão escolar por motivos de gestação, que futuramente pode ocasionar em desemprego devido a baixa formação,levando à uma prejudicial situação financeira.
É evidente portanto, que a gravidez na adolescência é um problema de saúde pública e que o acesso a educação pode contribuir para amenizar esse problema. Nesse sentido, as secretarias de saúde com o incentivo do governo federal devem criar campanhas de conscientização sobre a importância da prevenção sexual e o risco da gestação precoce, por meio de oficinas e palestras para os jovens com a ajuda de assistentes sociais a fim de que haja conhecimento entre a juventude, que devem ser passados de geração para geração, construindo futuramente um país mais saudável.