Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 15/07/2019

Consoante o sociólogo Émile Durkheim que compara a sociedade a um corpo biológico, por ser como esse, composto por partes que interagem entre si, afirma que para que haja um bom funcionamento do organismo é necessário que todos sigam os parâmetros corretos e realizem suas  respectivas obrigações. Desse modo, vê-se a irresponsabilidade do Governo com os adolescentes brasileiros, pois não desenvolve sua função de investir na educação das escolas para que os quais possam ter conhecimento sobre métodos de como evitarem uma gravidez precoce, de modo que os índices de pessoas entre 12 e 18 anos de idade com uma vida sexual ativa é elevado, conforme uma reportagem do Profissão Repórter.

Em primeira análise, o documentário  Meninas relata a vida de quatros adolescentes gestantes da periferia do Rio de Janeiro  e mostra as dificuldades e responsabilidades de como é ter um bebê, de forma que as quais ratificam que não tentaram evitar e nem planejaram tê-lo. Dessa maneira, é notório que esses indivíduos e uma fração da sociedade não têm acesso as informações de como se prevenirem de ficarem grávidas. Esse fato ocorre por causa da falta de atenção de autoridades políticas que não investem na educação e disponibilidade de assuntos sobre métodos contraceptivos nos postos de saúde e nas escolas brasileiras. Logo, essas pessoas estarão suscetíveis por falta de conhecimento  a terem uma gravidez precoce.

Outrossim, na série The Society expressa a vida de vários adolescentes que vivem sozinhos em uma cidade e ao longo da temporada é acompanhado o fio narrativo da gravidez de Becca, uma menina que engravida acidentalmente em uma noite e tem o sentimento de medo por falta de preparo para ser mãe. Fora do fictício, vê-se essa semelhante realidade com diversas jovens que após terem uma relação sexual engravidam sem querer, de modo que, na maioria das vezes, essas garotas não estão prontas psicologicamente e fisicamente para gerarem um filho e educá-lo, de forma que se esse bebê for educado por essas pessoas estará vulnerável a cometer erros parecidos com da sua genetriz. Sendo assim, percebe-se que esses indivíduos não estão capacitados para terem um descendente.

É perceptível, portanto, que a gravidez na adolescência é prejudicial à mãe e à criança. Logo, afim de diminuir os índices de jovens gestantes, cabe ao Governo por meio de subsidiar uma verba financeira com intuito de investir em professores capacitados em ensinarem nas escolas aos alunos sobre e como usar contraceptivos para evitar uma gravidez indesejável e explicar como e quais cuidados devem ter uma pessoa com vida sexual ativa. Sendo assim, com essa atitude em prática terá uma diminuição nas taxas de fecundidade entre os adolescentes.