Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 15/07/2019

No contexto social vigente, é notório a ampliação dos índices de gravidez nas adolescentes brasileiras. Inegavelmente, é um fato bastante preocupante, podendo acarretar em sérias consequências. Além disso, diversos fatores contribuem para que essa circunstância ocorra, que a propósito está aumentando gradativamente.

Em primeiro plano, é primordial ressaltar que, o índice mundial de nascimento com gestantes jovens é de 46 nascenças para cada 1000 jovens de 15 a 19 anos, enquanto o Brasil possui um índice de 68,4 nascimentos. Ao passo que as gravidezes precoces aumentam, tanto as mães quanto os filhos são submetidos a grandes riscos de saúde durante a gestação, pois nem todas as jovens possui forças físicas o suficiente na hora do parto, ocasionando a mortalidade materna, além de que nem todas as jovens possui uma saúde e hábitos adequados para gerar um bebê, ocasionando má formação no embrião. Além do mais, os pais jovens não poderão terminar os estudos na hora certa, prejudicando bastante o futuro deles.

Em decorrência disso, as desigualdades sociais e os locais mais deficientes nesse tipo de conhecimento não há a conscientização de que há modos contraceptivos, as jovens, conseguindo engravidar mais cedo e repetidas vezes. Como também a vida sexual ativa precocemente inegavelmente é o grande responsável por aumentar os índices, pois mesmo com as informações contraceptivas, as adolescentes engravidam, pois há uma falsa segurança nesses preservativos, mas esses não são 100% seguros, resultando em uma gravidez indesejada.

Evidencia-se, portanto, que os índices de gestação precoce são alarmantes. Portanto faz-se necessário que os responsáveis dos jovens tenham uma reeducação com esses, e as instituições de ensino orientando sobre a vida sexual ativa, com palestras, workshops, oficinas, na perspectiva de diminuir a evidência da gravidez na adolescência no Brasil.