Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 19/07/2019

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à educação e ao bem-estar social. Conquanto, a gravidez precoce impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integra seja alcançada.

A Educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nossa posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino suficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto, e o resultado desse contraste é o grande número de adolescentes grávidas antes de completar os 20 anos. De acordo com o documentário, Meninas Grávidas, todas as entrevistadas com a faixa etária de 13 á 15 anos, não frequentam escolas e não tinha o conhecimento básico sobre o seu corpo, por esse motivo engravidou. Diante ao exposto, a educação é a raiz do problema.

Faz-se mister, ainda, salientar a ausência do preservativo como impulsionador do problema. Segundo Drauzio Varella, 55% das gestações ocorrem pela falta de camisinha. Além do mais, também exposição a doenças sexualmente transmissíveis (DSTS).Diante de tal contexto, é inadmissível o grande número de jovens que se submetem a uma relação sexual não segura, que pode ser conseguinte não só de uma gestação e sim uma doença grave como o HIV, por exemplo.

Interfere-se, portanto, que ainda há entrares para garantir a solidificação de políticas públicas. É papel dos Três Poderes Judiciários, Executivo, Legislativo e Judiciário agir em sintonia para garantir a criação e aplicação de programas para melhoria de evasão escolar, palestras para jovens na puberdade sobre  Dsts e Aulas de Educação Sexual, explicando o quanto é importante o utensilio da camisinha. Dessa maneira, espera-se promover uma melhora das condições educacionais e sociais desse grupo.