Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 26/08/2019

Do ponto de vista biológico, a gravidez é definida como um período que vai dá concepção ao nascimento de um indivíduo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é denominada gravidez na adolescência a gestação que ocorre entre 10 e 20 anos. Essa mazela é decorrente no Brasil, sendo a taxa de fecundida acima da média mundial. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.

Em primeira análise, vale ressaltar que a alta taxa de gravidez na adolescência deve ser encarado como um problema sério de saúde pública. Esse índice elevado pode estar relacionado a uma série de fatores, dentre eles a falta de informação, baixa auto-estima e baixa perspectiva de vida, sendo esse um meio de ascenção. Essa fase da vida é conhecida pela impulsividade. Sendo assim, os adolescentes não medem consequências, mas as geram. Segundo o portal de notícias G1, 75% das adolescentes que tem filhos estão fora da escola e, dentre elas, a grande maioria está desempregada. Esse fato causa preocupação não só com os filhos, mas em como essas mães vão ser inseridas nas escolas, se não tem políticas públicas que olhem por elas.

Outrossim, é indubitável que atualmente os meios de comunicação sejam responsáveis por grande parte das informações recebidas pelos jovens, que não tem o discernimento correto para julgar tais notícias como verdadeiras, incompletas ou falsas. Enquanto muitos pais preferem não falar sobre isso, as escolas falam no assunto de forma somente científica, não informacional. Como consequência, essa desinformação e falta de instrução é, com certeza, o maior agente causador de gravidez na adolescência.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esses problema. É necessário programas eficientes para inserção dessas mães nas escolas para a conclusão do ensino básico, para posteriormente o acesso ao mercado de trabalho. Porém, é preciso que as escolas tratem desse assunto de forma mais informativa, de modo a ter campanhas nas escolas para incentivar também os pais a abordarem esse assunto. Dessa forma o Brasil pode superar esse problema.