Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 06/08/2019
No que se refere à gravidez na adolescência no Brasil, percebe-se que é de fundamental importância que haja o seu combate. Essa gestação precoce é muito prejudicial à uma garota seja pelo aumento das chances de evasão escolar,seja pela maior tendência em sofrer isolamento social .Nessa conjuntura, algo deve ser feito para transfigurar essa realidade uma vez que tanto a constituição cidadã de 1988,quanto o ECA garantem proteção especial para a adolescência.
Como análise inicial, observa-se que a gravidez na adolescência é um problema de grande proporção no Brasil,pois pesquisas feitas pela OMS revelam que o Brasil tem 68,4 bebês nascidos de mães adolescentes a cada mil meninas de 15 a 19 anos .Com a comprovação desse dados infere-se que diversos fatores são impulsionados por essa entrave.Por conta disso, é preciso analisar uma gama de situações sendo a evasão escolar,a principal delas.Isso acontece essencialmente porque muitas adolescentes ficam gestante sem planejamento,o que as deixam muito apreensivas por não saberem como irão sustentar a criança e contar aos seus pais.Ou seja, com surgimento de novas e assustadoras preocupações para as futuras mamães,elas não conseguem se concentrarem nos estudos, que é postergado,mas quase sempre não é retomado .Logo, combater a gravidez na fase da adolescência é condição sine qua non para que garotas concluam seus estudos de forma regular e tranquila.
Outro ponto que merece destaque diante das analises feitas até aqui, relaciona-se com o isolamento social de uma menina no estado de gravidez.Tal situação ocorre devido aos julgamentos da população que repudia a maternidade fora do casamento,caracterizando a grávida de negligente e sem pudor, deixando-as desmotivadas para participarem de qualquer grupo de pessoas .Essa pouca interação humana faz com que elas tenham mais chances de desenvolver alguma doença psicológica,como ansiedade depressão ou síndrome do pânico. Com isso a garota que engravida nessa fase da vida é extremamente afetada com essa questão já que mesmo depois dar à luz, ela pode continuar se sentindo rejeitada pela sociedade. Portanto o preconceito populacional com a gravidez precoce influencia em grande escala no bem-estar de meninas que tornam-se mães cedo.
Com base nesses aspectos, faz-se necessário que o Ministério da Saúde em parceria com escolas mexa na raiz do problema,promovendo feiras sobre esse tema com a participação de ginecologista que explique as consequências da gravidez precoce e a importância de usar contraceptivos ,com o intuito de ensinar sobre sexo sem gravidez e sem abandono da escolar .Some a isso a realização de palestras destinadas apenas aos país onde os psicólogo os ensinem a falarem abertamente sobre sexo e gravidez com suas filhas,objetivando convencê-las que procriar na fase adulta é o mais adequado.