Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 07/09/2019
No período da Roma Antiga, as meninas eram “Obrigadas” a casar com no máximo 15 anos, pois o principal papel delas era reproduzir. Paralelamente a este período, atualmente se discute frequentemente o tema “a gravidez na adolescência em evidência no Brasil, gerando sérios problemas a esta faixa etária. Isso ocorre, tanto pela falta de educação sexual da família e escola, quanto aos problemas físico, psicológico, que estas meninas sofrem, como consequência.
Em primeira análise, vê-se que a falta de educação sexual para as jovens é fator determinante para a persistência do problema. O Estatuto da Criança e do Adolescente- ECA- criou uma lei que propõe uma semana, a nível nacional, de prevenção à gravidez na adolescência. Essa lei terá mais Êxito com a participação das famílias, orientando as jovens do uso dos preservativos, tanto para evitar possíveis gravidez, quanto para evitar DST´S. Desse modo, as jovens saberiam como evitar o indesejado - gravidez.
Em segunda análise, a desorientação da família e da escola às adolescentes gera muitas consequências, dentre elas a própria gravidez, problemas físicos, riscos ao bebê em nascer prematuro, pois o corpo da adolescente não está formado totalmente. De acordo com a OMS- Organização Mundial da Saúde - a mortalidade materna é uma das principais causas da morte entre adolescentes e jovens de 15 e 24 anos na região das Américas. Por isso, é necessário soluções para evitar que esses problemas ocorram com as meninas.
Levando em consideração os argumentos citados anteriormente, é necessárias medidas para resolver tal problemática. O Ministério da Saúde, em parceria com o MEC deve, por meio de arrecadações do Governo Federal, criar projetos nas escolas, com o intuito de orientar as jovens a tomarem medidas de prevenção, por meio de amostras de métodos contraceptivos, para que não venham sofrer as consequências futuramente.