Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 24/09/2019

Na idade antiga,as meninas começavam a vida sexual logo após menstruação,por já serem consideradas mulheres. Analogamente a isso, na contemporaneidade, meninas começaram a engravidar cada vez mais cedo, isso se deve tanto à falha do papel da família, como também a falta de planejamento escolar. Nesse ínterim, torna-se necessária a interferência do Estado, afim de solucionar tal problemática.

Em primeira análise, observa-se de modo que, o aumento de gravidez na adolescência se liga ao fato de que, a falta de diálogo dos pais ajuda nessa ascensão, isso porque a família tem receio em falar sobre sexo por causa do tabu na sociedade baseado em doutrinas religiosas, ou também por medo de influenciar o adolescente a praticar relações sexual. De acordo com o site “G1”, grande parcela dos adolescentes que iniciam a vida sexual, não obtém conhecimento prévio dos tipos de prevenções de contrair doenças e gestações. Conseguinte isso, nota-se o aumento de casos de doenças e gestação indesejadas por falta de conhecimento prévio de proteção.

Além disso, pode-se observar que, a falha da interferência das escolas na educação sexual dirigidas para precisão da prevenção de jovens, é impossibilitada afim de evitar conflitos com a sociedade sobre o conteúdo abordado, o que acaba contribuindo para extensão desses casos. Por certo, é possível observar que na série “Elite” disponível na Netflix, a jovem Marina se envolve em um relacionamento e acaba engravidando no último ano escolar, diante disso, passa a lidar com consequências de uma gravidez precoce. Nessa pespectiva, quando casos de gestações acontecem com mulheres ainda cursando a escola, é perceptível que como consequência, o aumento de casos de evasão escolar pelo sexo feminino é extenso, por adquirirem responsabilidade de sustentar uma criança.       Portanto, a ideia de que, após a idade média, logo após a menstruação, meninas virem mulheres, precisa ser desconstruída. Por fim, é de suma a importância de que o Ministério da Educação faça parceria com o Ministério da Saúde, com o fito de promover palestras conjuntas em escolas para pais e filhos, para demonstrar a importância em dialogar sobre a vida sexual e métodos contraceptivos existentes, afim de evitar gestações indesejadas, juntamente com doenças adquiridas no ato sexual. Ademais a isso, é necessário que o Governo crie bolsas, sendo disponibilizadas a jovens que ainda estudam, com o fito de diminuir os casos de abandono nas escolas por mulheres que engravidaram novas, possibilitando um futuro melhor, tanto para a criança, quanto à jovem.