Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 16/10/2019

Na obra “O Que Há de Errado Com o Mundo”, o filósofo e escritor inglês G.K.Chesterton traduz a ideia de que para que um problema seja solucionado, urge-se conhecer as causas das coisas. Sob a ótica do autor, é válido investigar os fatores a respeito da gravidez na adolescência em evidência no Brasil, a fim de sanar tal problemática. Desse modo, torna-se premente analisar os principais impactos do problema: a evasão escolar e a redução de chances de ingresso no mercado de trabalho.

Em primeira análise, é lícito postular que a gravidez na adolescência é tanto uma questão de saúde pública quanto uma questão educacional. Nesse sentido, a falta de políticas públicas influenciam sobremaneira nos casos de gravidez precoce. É factual, portanto, que o acesso precário aos métodos contraceptivos, bem como a falta de uma política informacional de conscientização em massa, por exemplo, corroboram para o problema. Assim, torna-se comum que, ao se darem conta da gestação, tais adolescentes deixam de ir à escola, o que potencializa o fenômeno da evasão escolar.

Paralelo a isso, é preciso pontuar que a fetação precoce pode representar um empecilho no que se refere ao ingresso no mercado de trabalho. Isso porque não é raro encontrar jovens que não concluem os estudos devido à gestação acarretando, pois, um currículo escolar - e profissional- defasado, sendo um empecilho para seleção de uma boa vaga de emprego.

Em suma, a gravidez na adolescência em no Brasil é um desafio hodierno e precisa ser combatido. Dessarte, as instituições escolares - responsáveis por estimular o intelecto da população -, juntamente com o Ministério da Saúde, devem buscar fortalecer a consciência preventiva nos adolescentes. Isso pode ser feito por meio de palestras com profissionais de cada área - saúde e educação , aulas e distribuição de materiais didáticos a respeito da importância da prevenção, visando aprimorar o comportamento social dos adolescentes.