Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 23/10/2019

Na mitologia grega Sísifo  foi condenado por Zeus a rolar uma enorme pedra morro acima eternamente. Todavia, toda vez que Sísifo chegava ao topo do monte era atingido pelo cansaço e a pedra voltava a base. Fora da mitologia não é diferente, pessoas tem lutado contra o aumento dos casos de gravidez na adolescência, porém são vencidos pela falta de investimento na educação e pela ignorância da família em orientar seus jovens. Destarte, cabe analisar fatores que corroboram para permanência do problema e suas consequências.

Em primeira análise é importante ressaltar que atualmente que atualmente no Brasil não há investimento em educação. Consoante o Ministério da Saúde a a incidência de casos de gravidez na adolescência diminui à medida que a escolaridade do jovem aumenta, ou seja, a falta de investimento governamental na educação fazem com que, infelizmente, haja mais casos de gravidez precoce.

Além disso, é importante salientar também que,  as famílias não  orienta os jovens a como terem um único relacionamento e nem os ensina de forma adequada a usar preservativos. Segundo o filosofo Talcott Parsons, a família é uma máquina de personalidades humanas, isso explica a necessidade da família instruir o jovem ao uso de preservativos, e muito mais além disso,instruindo na escolha de um parceiro, o que evitaria muito além de gravidez, mas também DSTs.

Portanto, é inegável a necessidade de intervenção na questão dos casos de gestação precoce. É dever do Ministério da educação que em parceria com psicólogos organizem palestras, tendo em vista o demasiado poder de influência delas, para pais e alunos e, escolas publicas e privadas, dissertando sobre sobre as males da gravidez precoce e como preveni-la, é recomendável também que haja uma orientação especial para os pais ensinando a como orientar sexualmente seus filhos. Para que assim, pouco a pouco, se diminua os casos de gravidez na adolescência.