Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 29/10/2019

“A juventude, embora ninguém a combata, abra em si própria o inimigo para combate.” De acordo com William Shakespeare, a juventude é um coletivo “intocável” que acaba por criar problemas para si. Tal assertiva se condiz com a problemática da gravidez na adolescência, uma realidade imposta como uma temática banal para o caleidoscópio social dos jovens. Ora, um distúrbio causado pela falta de informação e, por tabela, pelo acobertamento da mídia com esse assunto.

Primeiramente, encontra-se a desinformação por parte desses jovens. “O homem é aquilo que a educação faz dele.” A citação do filósofo Immanuel Kant é exposto que a personalidade do indivíduo é reflexo da educação recebida. Quando se compara com o tema, entende-se que a gravidez na adolescência é fruto de um desconhecimento sobre assunto da sexualidade. Prova disso é a matéria divulgada pelo “Estadão”, na qual diz que o Brasil possui o pior índice de educação sexual na Amarica Latina, algo que comprova tal falta de informação da juventude. De fato, eis um retrato juvenil ameaçado por essa problemática.

Outrossim, é a ignorância da mídia com essa problemática, algo que tonifica essa realidade. “A tecnologia move o mundo.” Segundo o Steve Jobs, a tecnologia é algo positivo para a sociedade contemporânea. Tal agente tem uma força no caleidoscópio social por meio dos “meios de comunicação”. Partindo dessa assertiva, encontra-se esse departamento ausente no quesito da problemática discutida, onde a imprensa acoberta e não alerta o coletivo sobre o impulso da gravidez na adolescência. Com isso, a face juvenil tende ao colapso.

Portanto, refletir sobre a gravidez na adolescência se faz necessário. Urge que o Ministério da Educação (MEC)  promova um discurso sobre os riscos e consequências do ato sexual, por meio de investimentos na área da educação “sexual” visto a desinformação dos jovens, com o intuito de promover um conhecimento a respeito do tema e tomar certas precauções. Ademais, é crucial que a mídia alerte os pais sobre essa mazela, por meio de campanhas nas redes sociais e pela divulgações em jornais, a fim de promover um discurso familiar que eduque sobre o ato libidinoso. Feito isso, tem-se a diminuição dessa problemática e, assim, a juventude não irá se auto problematizar.