Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 29/10/2019
Na novela “Malhação viva a diferença” da rede Globo, uma das protagonistas de 17 anos, se vê em uma encruzilhada pois esta gravida de seu primeiro filho. O que não mostra ser um grande problema pois com o auxílio de uma familia bem estruturada ela conseguiu superar todas as adversidades. Fora da ficção, infelizmente não vemos o mesmo, onde cada vez mais adolecentes despreparadas se vêem em situações semelhantes, porém são abandonadas tanto pelo seus parceiros quanto por seus familiares.
Em primeiro lugar, pesquias feitas pelo jornal Folha de São Paulo, apontam que cerca de 63% das adolecentes entre 14 a 18 anos ja fizeram sexo e que 46% delas ja tiveram ou estão esperando seu primeiro filho. Alem disso vale salientar que todas as adolecentes que participarão da pesquisa eram de origem humilde, negras e moradoras de regiões carentes de serviços básicos, como hospitais adequados para o aconpanhamento de sua gestação.
Outrossim que se foi apontado pelo documentario Poder Black, mais da métade das jovens que vêem a engravidar, são forçadas a criar seus filhos sozinhas pois sâo completamente abandonadas por seus antigos parceiros, o que se torna algo completamente assombroso, pois não tiveram a devida atenção por parte de orgãos públicos que as orientassem sobre a gravidez.
Por todos esses aspectos, é de suma importância que o governo juntamente com orgãos públicos, como escolas e hospitais, consigam gerar debates diários para sanar qualquer dúvida sobre sexo em diferentes niveis econômicos, principalmente em familias mais carentes como é mostrado na novela Malhação, para diminuir os indíces de gravidez na adolescência. Além disso é necessário que o estado consiga oferecer serviços básicos como auxílio aluguel, e acompanhamento psicológico para as mães que terão que criar seus filhos sozinhas.