Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 29/10/2019

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direito Humanos garante a todos os indivíduos o direito a Eixo Social (saúde) e ao bem-estar social. Conquanto, gravidez na adolescência em evidência no Brasil impossibilita que boa parte da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, os desafios de vários riscos durante a gravidez precoce e o grande índice da mesma devem ser superados de imediato para que uma sociedade íntegra seja alcançada.

Em primeira análise, de modo análogo a teria da ação social racional relacionado a fins do sociólogo Max Weber, observa-se que a atuações de grande parte dos políticos brasileiros têm como objetivo o benefício pessoal. Contudo, ocorre um redirecionamento do dinheiro que deveria ser investido no sistema de saúde. Com isso, a falta de investimento ocasiona em um sistema de saúde pública pífio que em muitas vezes não sabe da o atendimento necessário aos diversos riscos que uma adolescente frágil sofre durante a gravidez.

Em segunda análise, ainda vale salientar o grande índice de gravidez precoce como impulsionador do problema. De acordo com os dados preliminares do Ministério da Saúde mostram que no Brasil 18% dos nascidos vivos em 2015 são gerados por mães de 10 a 19 anos – ou seja, uma em cada cinco das 3 milhões de crianças nascidas. Dessas, 66% eram indesejadas. Diante dos dados, a maioria dos jovens não sabe prevenir-se de forma adequada, não compreendendo o funcionamento de cada método, utilizando-o de maneira errônea ou, simplesmente, abandonando seu uso por questões pessoais.

Em face dessa análise, urge, portanto, que medidas sejam adotadas para diminuir as problemáticas. Mormente, compete às Secretarias de Segurança Pública, com ajuda da Polícia Federal como órgão investigativo, fiscalizarem o fluxo de dinheiro para destina-ló a saúde e ao apoio a gravidez na adolescência, por meio de profissionais que possa dialogar com os jovens  nas escolas e fazer com que eles tenha conscientização e planejamento reprodutivo sobre o assunto, com o foco de impossibilitar esse desvios e reduzir a gravidez precoce. Somando-se a isso, acontecerá a diminuição das consequências da mazela, o que permitirá uma nação controlada sobre a gravidez na adolescência.