Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 01/11/2019

A gravidez em crianças e adolescentes é um problema mundial que atinge todos os países em diferentes proporções de acordo com a Organização Mundial da Saúde. O caso para ser diminuído e evitado deve ser estudado com cautela. A gravidez precoce não é um problema de excesso de informação sexual, como alguns pais pensam, mas sim da falta dela e pode ser minimizado com educação e suporte.

A gravidez na adolescência é a escassa conscientização familiar em apoio aos jovens, onde existe um enorme tabu para abordar o assunto sobre sexo. Também afeta as jovens vítimas de abusos sexuais de estranhos ou de seus próprios familiares. Ambas as situações afetam a população como um todo, mas em maior potência as jovens pobres e da periferia. Essa gravidez dificulta a formação escolar e superior por conta dos obstáculos da vida materna e desistência de seus estudos e também pode colocar a vida da adolescente e deu seu filho em risco pelo desenvolvimento incompleto de seu corpo.

Com o corte na educação sexual nas escolas, o problema não diminui. Alguns pais e responsáveis acreditam equivocadamente que, a relação sexual ocorre pela curiosidade gerada na criança a partir da conscientização dela a respeito do assunto abordado em casa ou nas escolas, quando na realidade, a criança irá aprender a respeito de qualquer jeito e não há maneira melhor do que a correta: com acompanhamento e instrução de seus responsáveis, mesmo que exista embaraçamento de ambos os lados.

As escolas devem informar e os pais educar seus filhos, orientar sobre sexo e formas de prevenção, para assim, evitar a gravidez precoce, a contração de DTS’s (doenças sexualmente transmissíveis) e abusos sexuais, já que na maioria das violências a criança por inocência e falta de conhecimento não sabem o que fizeram ou fazem com ela e que deve denunciar.

A falta de informação é uma pedra no caminho.