Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 14/04/2020
Segundo o relatório “Aceleração do progresso para a redução da gravidez na adolescência na América Latina e no Caribe”, a taxa mundial de gravidez de adolescentes é estimada em 46 para cada mil garotas de 15 a 19 anos, já no território brasileiro, a taxa é de 68,4. Observa-se então que a gravidez na adolescência está em evidência no Brasil e, portanto deve ser reduzida para evitar problemas como: dificuldades no desenvolvimento psicossocial e a mortalidade materna.
Uma gravidez durante a juventude pode trazer obstáculos para o desenvolvimento psicossocial do adolescente. Com a vinda do bebê, o indivíduo vai estar na transição da infância para a idade adulta, onde ocorre importantes acontecimentos para o desenvolvimento da personalidade futura que podem acabar sendo interferidos pela gravidez. Visto isso, deve-se evitar relações sexuais sem preservativos para não conduzir a uma gravidez que possa causar prejuízos à formação do adolescente.
Além disso, a gravidez na adolescência é um dos principais causadores da morte de garotas entre 15 e 24 anos nas Américas. No ano de 2014 por exemplo, cerca de 1,9 mil adolescentes e jovens morreram por complicações durante e após a gravidez. Dessa forma, o conhecimento dos adolescentes em relação aos danos que uma gravidez precoce pode causar é fundamental para sua prevenção.
Portanto, as instituições escolares devem se empenhar em transmitir de forma clara as informações sobre métodos contraceptivos afim de evitar uma gravidez não planejada, e as mídias virtuais devem alertar a sociedade em relação aos malefícios que uma gravidez na juventude pode trazer, tanto na formação pessoal como também no aspecto psicológico do adolescente.