Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 15/04/2020
Na comédia de 2007, o filme “Juno” retrata a jornada dessa adolescente enfrentando os desafios de sua inesperada gravidez durante a adolescência. Assim como retratado nessa ficção, essa é a realidade de muitas jovens no Brasil. Portanto, naturalmente, essa problemática deve ser revertida, por ser prejudicial tanto para a vida da adolescente como para a sociedade.
Primeiramente, é válido analisar que uma gravidez indesejada acaba impossibilitando que a jovem tenha sua vida nos padrões normais da adolescência, atrapalhando seus estudos e sonhos. Acerca disso, a AMB, Associação Médica Brasileira, organizou dados do relatório publicado pela OMS, a qual informa que por ano no brasil soa aproximadamente 16 milhões de casos de gravidez de adolescentes de 15 a 19 anos, na qual muitas tem que abandonar a escola. Com base nisso, o abandono da escola tem um impacto de longo prazo na educação e se incorporar no mercado de trabalho.
Em segundo lugar, vale evidenciar que cuidar da infância é cuidar de um futuro social. Nesse vies, vale mencionar que a gravidez na adolescência na maior parte das vezes trata-se de um problema social, pois o brasil não possui um controle de natalidade ou um planejamento familiar.
Interfere-se, assim, que como resultado, as jovens mães são expostas a situações de vulnerabilidades e a reproduzir padrões de pobreza e exclusão social, com todo a futura e atual sociedade sentido os efeitos disso.
Logo, para que os casos que de gravidez na adolescência diminuam no Brasil, é imprescindível a atuação em conjunto da família e das instituições de ensino. Devendo criar projetos pedagógicos, como palestras com profissionais da saúde, discutindo sobre educação sexual e métodos de controle de natalidade. Essas ações podem ser subsidiadas por meio de parcerias com a secretária de educação, diminuindo gravidezes indesejadas.