Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 16/04/2020

O Brasil possui por volta de 8 511 000 km2, com 6 329 comunidades (favelas), totalizando 13,5 milhões de pessoas sobrevivendo com até 145 reais mensais, de acordo com o IBGE. A nação brasileira possui a sétima maior taxa de gravidez na adolescência na América do Sul, tendo como principal causa a ausência de informações distribuídas entre a parte mais dependente da população. Problema este, que não está presente apenas no nosso país, e sim, em diversos outros espalhados pelo globo.

“É realmente difícil, eles dão muito trabalho, a gente precisa de estabilidade”, estas são algumas frase de mães contando como estão suas vidas após a gravidez na adolescência. Uma criança necessita de responsabilidade, uma condição ausente entre os adolescente. A grande quantidade de gravidas em evidências no Brasil é devido a escassez de informações que são entreguem à adolescentes, que por não saberem os riscos de suas ação, resultam em consequências negativas.

Segundo Dablio Vasconcelos, “nem toda gravidez nasceu”. O corpo de uma adolescente não esta totalmente formado e fazê-lo gerar um criança, é demais. Uma gravidez prematura não faz bem nem para a saúde da mãe nem para a saúde da criança, correndo o risco de do feto nascer com baixo peso, da mãe sofrer um aborto espontâneo, desenvolver depressão, anemia gestacional, entre outros.

Entre medidas possíveis de serem tomadas sobre esta situação, a mais solucionável é a difusão do conhecimento prévio das escolas públicas e privadas, podendo ser estimuladas pela prefeitura de cada cidade. As informações também podem ser difundidas através da internet, ou até mesmo de ONGs segurando cartazes em frente à pontos com grande fluxos de pessoas.