Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 14/04/2020
Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) apontam que a taxa de gravidez na adolescência no mundo em 2016 foi estimada em 44 nascimentos para cada adolescente entre 15 e 19 anos. Já no Brasil a taxa de gestação entre pessoas de 10 a 20 anos é alta, com 400 mil casos por ano. Diante desses números, pode-se afirmar que o Brasil é um país que apresenta mau planejamento familiar. Esta problemática tem como consequências depressão após o parto, parto prematuro e aumento da pressão arterial.
A gravidez precoce apresenta diversas causas, tendo como as principais o não uso de métodos anticoncepcionais, como a camisinha e a pílula anticoncepcional, além do baixo nível financeiro, social e de escolarização. Além disso, podemos afirmar que a gravidez durante a adolescência resulta de: primeira menstruação muito cedo, família com outros casos de gravidez na adolescência, conflitos familiares, pessoas que não têm orientação sexual e que não sabem o que é ter um filho, partindo do ponto que antes do parto, algumas vítimas da gravidez precoce acreditam que cuidar do bebê será um trabalho fácil.
Além da imensa responsabilidade que é ter um bebê, a gravidez precoce também apresenta ricos e consequências de saúde para a gestante devido ela ser uma adolescente, como o bebê apresentar baixo peso após o parto, falta de ferro com anemia profunda e pressão alta, além das consequências citadas anteriormente no primeiro parágrafo e sem contar com certos sintomas como náusea, vômito, tontura e sono.
Para acabar com essa problemática as escolas, não só as brasileiras, mas como todas elas, devem fazer o ensino e a apresentação dos métodos anticoncepcionais, como o DIU, a camisinha e a pílula por exemplo, assim como a família das vítimas de gravidez precoce devem conversar com o casal para que tenham uma noção que eles deverão cuidar do filho, oferecendo uma boa qualidade de ensino, saúde e boas oportunidades, enfatizando o cuidado necessário com o bebê.