Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 15/04/2020
Anualmente cerca de 18% dos brasileiros nascidos são filhos de mães adolescentes. Segundo o relatório feito pela Organização Pan-americana de Saúde, muitas meninas e adolescentes precisam abandonar a escola devido à gravidez, o que tem um impacto muito grande nas oportunidades de completar sua educação e se incorporar no mercado de trabalho. Como resultado, as mães adolescentes estão expostas a situações de maior vulnerabilidade e a reproduzir padrões de pobreza e exclusão social.
Além das informações já citadas, a gravidez na adolescência pode transformar um momento vital em crise, e também oferecer riscos às adolescentes, às famílias, aos recém-nascidos, e também á sociedade. Pode-se ressaltar que o índice brasileiro está acima de média latino-americana, estimada em 65,5; e também que a América Latina é a única região no mundo com tendência crescente de gravidez entre adolescentes menores de 15 anos.
Com base nisso, sabe-se que as principais causas de gravidez precoce são a falta de aconselhamento familiar e conflitos internos; e a falta do uso de métodos contraceptivos; pois muitas adolescentes não possuem uma família atenciosa e preocupada , então acabam se desviando não somente para o sexo, mas também para drogas e outras coisas.
Portanto, para que as taxas de gravidez precoce diminuam no Brasil, o governo deve promover campanhas de conscientização sobre o assunto; as famílias devem dar atenção as adolescentes, e explicá-las o prejuízo que a gravidez traria a elas; e a escola deve ensinar os alunos sobre o assunto e o que deve ser feito.