Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 17/04/2020

A gravidez na adolescência no Brasil, está virando cada vez mais comum, milhares de meninas engravidam na adolescência, essas meninas podem sofrer muito por engravidar tão cedo, pelo fato de não estar preparadas para gravidez, não ter condições financeiras e nem familiares para ajudar, muitas vezes as adolescentes gravidas tem problemas para socializar, e há vezes onde nem o pai assume o bebê e não da nenhum valor a menina e ao seu filho. Mesmo as meninas hoje em dia tendo mais informações sobre doenças sexualmente transmissíveis e sobre a gravidez, elas não sabem como é fácil engravidar, são necessários apenas de cinco a oito atos sexuais sem proteção para  engravidar,   por  isso resultando em tantas gravidezes.

Dados de 2011 mostram que o país teve 2.913.160 nascimentos, sendo 533.103 nascidos de meninas com idade entre 15 e 19 anos e 27.785 nascidos de meninas de 10 e 14 anos. Vale salientar ainda que cerca de 30% das meninas que engravidam na adolescência acabam tendo outro filho no primeiro ano pós-parto.

Em 2014, 17.737 meninas se tornaram mães na região de Ribeirão Preto,  dentre elas 2.527 tinham até 19 anos. Destas 102 tinham menos que 15 anos e 2.425 tinham de 15 até 19 anos. 625.750 mulheres se tornaram mães no Estado de São Paulo em 2014, 90.757 tinham até 19 anos, e dentro delas 3.464 tinham menos de 15 anos e 87.293 tinham de 15 até 19 anos.

A  família da gestante deve ajuda-la durante a gravidez, e mesmo sendo inesperada deve apoia-la para a garota não ter problemas emocionais, nem desenvolver doenças como depressão e ansiedade.

A sociedade podia aceitar e apoiar as garotas gravidas na adolescência, para que elas não se isolem e criem problemas emocionais, depressão, ansiedade etc. E para ajudar a quebrar esse tabu que é as gravidas na adolescência.